A sensibilidade no audiovisual é apresentada como um elemento fundamental para a construção de trajetórias mais conscientes, criativas e conectadas com o mundo. No vídeo, Marina Crespi reflete sobre como a sensibilidade atravessa processos criativos, relações profissionais e escolhas éticas dentro do setor audiovisual, revelando que ela não é fragilidade, mas potência. O conteúdo propõe um olhar atento para o fazer audiovisual como prática humana, coletiva e transformadora.
Ao longo do vídeo, são trabalhados temas essenciais para compreender por que a sensibilidade no audiovisual pode abrir caminhos e gerar impactos positivos no mercado e na criação:
- Processo criativo, entendendo a escuta, a observação e o afeto como partes da criação
- Relações profissionais, baseadas em empatia, diálogo e colaboração
- Construção de narrativas, conectadas à realidade, às pessoas e aos territórios
- Ética no audiovisual, considerando responsabilidade, representação e cuidado
- Trajetórias no setor, mostrando que existem múltiplos caminhos possíveis
A abordagem apresentada reforça que a sensibilidade no audiovisual não se opõe à técnica ou ao profissionalismo. Pelo contrário, ela amplia a capacidade de leitura de contexto, fortalece decisões criativas e contribui para ambientes de trabalho mais saudáveis e colaborativos. Ao reconhecer a complexidade das histórias, das equipes e dos públicos, o audiovisual se torna mais potente, diverso e conectado com seu tempo.
O vídeo convida à reflexão sobre como sentir, escutar e observar podem ser estratégias tão importantes quanto planejar e executar. A sensibilidade no audiovisual aparece como um diferencial para quem deseja criar obras relevantes e construir percursos consistentes no setor.
Se você quer entender como a sensibilidade pode abrir caminhos no audiovisual, ampliar seu olhar criativo e repensar sua forma de atuar no mercado, este conteúdo é para você. Dê o play e descubra como a sensibilidade pode transformar o fazer audiovisual.
